Gritar com a criança não educa e é prejudicial

2016-10-13_EDUCAR

Para educar não é necessário gritar, mas, infelizmente, as mamães e papais ficam nervosos com determinadas atitudes da criança e acabam aumentando o tom de voz. Porém estudos apontam que essa prática é negativa e pode ser comparada com castigos físicos.

Um estudo realizado pela Universidade de Pittsburgo, da faculdade de Educação e pelo Instituto de pesquisa da Universidade de Michigan apresentou que os adolescentes entre 13 e 14 anos, que sofrem com os gritos dos pais, têm mau comportamento e a maioria apresenta sintomas de depressão.

Os gritos podem afetar a saúde mental da criança e gerar um mau comportamento quanto à disciplina. Além disso, os pesquisadores assimilaram a atitude com os pais que batem nos filhos, podendo ser considerado até um tipo de agressão.

Os berros também são considerados ineficientes, pois, ao contrário do que se espera, eles agitam ainda mais a criança e a deixa tão nervosa quanto o adulto. Fora isso, os pequenos que são disciplinados por gritos tendem a reproduzir essa postura fora de casa, usando essa estratégia para conquistar algo.

É difícil controlar o temperamento em determinadas situações, mas, papais e mamães, tentem sempre manter a calma e disciplinar de forma consciente. Lembrem-se de que uma boa educação não está associada a tapas nem gritos, e sim ao respeito. Na Bíblia também se encontra ensinamentos de como educar os filhos, assim como está escrito em Efésios 6:4: “Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor”. Sendo assim, ore a Deus e peça sabedoria para criar o seu filho segundo os Seus princípios.

Fonte: Revista Pais e Filhos