Conheça a Síndrome do Pensamento Acelerado que atinge diversas crianças

2017-11-21_SPA

Diariamente, as crianças são bombardeadas por informações e sofrem estímulos dos meios digitais, como celulares, tabletes, televisão e jogos eletrônicos. Essa quantidade excessiva de dados, provoca um senso de urgência que pode afetar as bençãozinhas, gerando a Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA).

A síndrome também atinge os adultos, porém é mais prejudicial para as crianças, pois atrapalha o desenvolvimento das funções de inteligência, ordenação das ideias e o ato de refletir antes de agir. Além disso, provoca ansiedade, estresse e problemas emocionais. Alguns dos sintomas são: irritabilidade, dor de cabeça, dificuldades para se concentrar e transtorno durante o sono.

Para que isso não aconteça com o seu filho, veja alguns cuidados:

– Desacelere: É muito importante que a criança tenha um período do dia bem tranquilo, para processar os pensamentos e contemplar os melhores momentos do dia.

–  Qualidade do sono: Para o desenvolvimento infantil, uma boa qualidade do sono é imprescindível. As crianças precisam dormir pelo menos 8h por dia e para evitar problemas, suspenda o uso de aparelhos eletrônicos até 1h antes de dormir. Para ajudá-lo a ter um sono bem tranquilo, coloque as músicas do álbum “Hora de Dormir”. (clique aqui e confira)

Atividade física: Uma das formas de desacelerar a criança é por meio de atividades físicas. Então coloque seu(sua) pequeno(a) para praticar exercícios adequados para sua idade.

Contato com a natureza: A natureza oferece recursos que ajudam a tranquilizar. Sendo assim, deixe que o seu filho tenha contato com a natureza, animais e etc. Ah, e quando fizer isso, nada de celular, tablet… ok?!

– Crie laços familiares: Com o excesso de uso dos aparelhos eletrônicos, as crianças estão crescendo sem conexão entre as pessoas. Então, papais e mamães, fortaleçam os laços familiares, para que os seus filhos aprendam e tenham mais facilidade em relacionar com as outras pessoas.

Essas são algumas dicas, porém, se necessário, procure ajuda de algum profissional para o diagnóstico e tratamento adequado.

Fonte: Revista Pais e Filhos e Guia Infantil